segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 ás 06:18
publicado por : Geronimo Barbosa

Mestre Preto Zé Pelintra

Mestre Preto Zé Pelintra

Veja a Seqüência de Datas
José de Aguiar – Vulgo Mestre Preto Zé Pelintra, é o mestre que seu nome correu o mundo todo. E um mestre muito amado e adorado por todos da Jurema Sagrada Catimbó – Tem o Título de Rei do Catimbó vamos a Historia do Mestre, e se fala na Historia do Mestre temos que entrar na do Brasil para provarmos que as cantigas que nos conhecemos que ele trouxe e a sua vida no Nordeste.
Para falar no Mestre Preto Zé Pelintra, (José de Aguiar) temos que entrar na Historia do Brasil, vamos ao Estado onde Nasceu o nosso Bom Mestre…
Meus irmãos de jurema quando o mestre vem em terra ele fala através de suas catingas e as suas lembranças o que viveu e onde viveu, para entender isso e necessário conhecer a onde ele viveu e o seu tempo aqui.
O MESTRE PRETO ZÉ PELINTRA NASCEU NA VILA DO CABO.

CASTELO DO MAR VILA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO PE
Pernambuco
A origem do nome Pernambuco: O nome Pernambuco vem do tupi Paranãpuka, que significa “buraco de mar”, expressão com a qual os índios conheciam a foz do rio Santa Cruz, que separa a ilha de Itamaracá do continente, ao norte do Recife. Daí caminhou para suas formas primitivas Perñabuquo e Fernambouc, já denominando o porto do Recife e fazendo-se presente nos mapas portugueses. As Tribos indígenas eram “Caetés, Tabajaras e Potiguares, Pertencentes à grande família Tupi.
Desejando acelerar o ritmo da colonização das terras brasileiras, D. João III resolve introduzir um novo sistema político-administrativo, que recebeu o nome de Capitanias Hereditárias. Através deste sistema, pretendia o Rei de Portugal executar um rápido desenvolvimento da colônia com um mínimo de desgaste dos cofres reais, pois caberia a cada Donatário (nobre português que recebia a doação de um lote de terra ou Capitania) arcar com todas as despesas para explorar e colonizar a capitania mediante a concessão de alguns direitos aos Donatários tais como o de ministrar justiça, distribuir terras aos colonos, arrecadar os impostos e fundar povoações e vilas, esperava o rei que eles contribuíssem para o rápido povoamento do litoral brasileiro, a fim de impedir a invasão por piratas e corsários nos seus portos ou praias. Dando continuidade ao seu plano, D. João III inicia a primeira fase das doações, que vai de 1534 a 1536, compreendendo o primeiro quatorze Capitanias Hereditárias no Brasil. Falaremos da Capitania de Pernambuco ou Nova Lusitânia. A Capitania de Pernambuco ou Nova Lusitânia, com 60 léguas, localizava-se compreendida entre os rios Igaraçu e o São Francisco. E foi concedida a Duarte Coelho, navegador e soldado da Ásia. Pernambuco foi uma das duas Capitanias que obtiveram um relativo êxito. Com o êxito de duas capitanias, o Rei de Portugal continuou com o sistema e criou o Governo Geral. Em Pernambuco, se estabeleceram vários engenhos, onde a cana de açúcar era o principal produto na lavoura e a mão de obra era escrava. Criou-se a sociedade açucareira dos grandes latifundiários da cana de açúcar.
O DOMÍNIO HOLANDÊS
Com o domínio Espanhol sobre Portugal, entre 1580 e 1640, e a proibição do comércio do açúcar com os Holandeses, estes aproveitaram para invadir o Nordeste do Brasil, inicialmente a Bahia e posteriormente Pernambuco em 1630. Durante os dez anos seguintes, aconteceram combates pela posse da terra. E desde 1637, Maurício de Nassau, com grande eficiência, governava Pernambuco a serviço da Companhia das Índias Ocidentais. Nassau marcou presença em Pernambuco como bom administrador, tolerante, político, urbanista, comerciante e mecenas, acabou gastando muito para os olhos da Companhia das Índias Ocidentais, que não viam o porquê de uma administração exemplar. Os atritos eram inevitáveis. Nassau renunciou ao cargo em 1644. A junta de comerciantes que o substituiu não deu continuidade ao seu trabalho, devido à ambição. Aliado a esse fato, os senhores de engenho se encontravam endividados perante a Companhia das Índias Ocidentais fizeram com que as hostilidades se reacendessem.
INSURREIÇÃO PERNAMBUCANA (1645)
 Explodiu a Insurreição Pernambucana de 1645 a 1654 com batalhas travadas no Monte dos Guararapes e a vitória Pernambucana. A expulsão dos Holandeses de Pernambuco em 1654 e os investimentos feitos na produção de açúcar das Antilhas fizeram com que os pernambucanos perdessem o seu tradicional investidor, bem como o seguro mercado consumidor de seu produto.
Em Olinda havia muito luxo, pedantismo e ostentação, mas o dinheiro andava escasso. Já em Recife os comerciantes eram pobres em tradição, porém ricos em dinheiro. Mas apesar de sua ascensão econômica, Recife ainda continuava submisso à Câmara Municipal de Olinda. A elevação de Recife à condição de vila, fruto da assinatura por D. João V de uma carta Régia assegurando-lhe essa emancipação, fez os ânimos se acirrarem entre olindenses e recifenses.
GUERRA DOS MASCATES (1710)
As divergências quanto à fixação dos limites da nova vila foram muitas e culminaram com uma tentativa de assassinato do governador, que fugiu. Em novembro de 1710 os habitantes de Olinda invadiram Recife, ocupando-a e destruindo o pelourinho (monumento que simbolizava a criação do município). Durante a ocupação, Bernardo Vieira de Melo, líder da ocupação, propôs que Pernambuco se tornasse uma república. Foi a primeira vez que se falou em república no Brasil, o qual acabou se tornando 179 anos mais tarde. O poder foi entregue ao bispo de Olinda, D. Manuel Álvares, que manteve a região ligada à metrópole. Os revoltosos foram anistiados. Os conflitos não terminaram, pois os mascates (daí ser chamada de guerra dos mascates) voltaram à luta. Somente com a chegada do novo governador, em 1711, é que a luta terminou. Daí em diante Recife consolidou cada vez mais sua posição de destaque em relação à Olinda.
REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA (1817) Em 1817, durante o Império, fatores econômicos, políticos e social foi responsável pela Revolução Pernambucana. A crise na produção do açúcar e algodão, luta dos senhores rurais e homens livres contra o domínio comercial dos portugueses e para diminuir os preços dos gêneros de primeira necessidade que eles vendiam. O desejo de substituir a Monarquia Absoluta pela República forma mais liberal de governo, já adotada nos Estados Unidos da América. As grandes desigualdades sociais e raciais existentes, que os revolucionários queriam eliminar. As idéias de liberdade e emancipação espalharam-se rapidamente pelas sociedades secretas, pelos quartéis, entre o clero, e cada vez mais pelo seio da população. O estopim da revolta foi à ordem de prisão dada pelo governador de Pernambuco aos principais suspeitos de liderar o movimento. Estava iniciada a revolução. Os revolucionários venceram as forças do governador e organizaram um governo provisório. Enviaram emissários para o exterior e capitanias do Nordeste, recebendo adesão da Paraíba, do Rio Grande do Norte e de Alagoas. Os revolucionários ainda venceram algumas lutas contra as forças militares, mas acabaram sendo vencidos, e seus principais líderes executados no Recife. A Revolução Pernambucana de 1817 conseguiu congregar religiosos, militares, intelectuais e populares em torno do ideal comum da emancipação política e do estabelecimento do governo republicano. No Nordeste, apesar da Independência, continuavam a existir os problemas econômicos e sociais contra os quais haviam lutado os revolucionários de 1817.
CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR (1824) Na revolução conhecida como Confederação do Equador de 1824, os antigos revolucionários e os proprietários de terras, apesar de divergirem em algumas idéias, continuaram lutando contra a ordem vigente, sendo mais uma vez derrotados.
REVOLUÇÃO PRAIEIRA (1848) governo conservador que assumiu o poder em 1848, nomeou um presidente também conservador para Pernambuco, desgostando os liberais desta província, que se revoltaram. O movimento denominado Revolução Praeira, devido ao jornal liberal funcionar na Rua da Praia, teve início em Olinda, marchando para o Recife. Os rebeldes não conseguiram tomar a cidade. Com menos de um ano, a rebelião foi derrotada. A anistia concedida pelo governo central em novembro de 1851 pôs fim ao movimento.
A título de curiosidade: Não existe no Recife, nem talvez no Grande Recife, nenhum logradouro público (ponte, viaduto, praça, avenida, rua, travessa, beco etc.) com o nome de D. Pedro I. Embora não devamos esquecer seu nome, devemos nos lembrar que foi ele, principalmente, que nos tirou a comarca da Paraíba, Alagoas e a Comarca de São Francisco (hoje Juazeiro) por conta da rebeldia dos pernambucanos. Foi ele, D. Pedro I, usando como algoz o Conde dos Arcos, que mandou prender, degredar, torturar e executar muitos pernambucanos revolucionários.
fonte: (http://www.memorialpernambuco.com.br/memorial/paginas/historia/131resumodahistoriapernambucana.html )
A Cidade Onde o Mestre Preto José Pelintra Nasceu.
VILA DO CABO DE SANTO AGOSTINHO – PE


ANTIGO FAROL NAZARE

(http://www.cabo.pe.gov.br/historia.asp)
Sua história se inicia antes da chegada dos portugueses no Brasil. O cabo era povoado pelos índios caetés, mas na segunda metade do século XVI começavam a surgir outras povoações que foram chamadas de Arraial do Cabo.
As primeiras povoações chamadas de Arraial do Cabo surgiram na segunda metade do século XVI. Formado pelas Igrejas Matriz de Santo Antônio, de Santo Amaro, Nossa Senhora do Livramento e antiga Capela do Rosário dos Pretos e casario escasso representado por antigos prédios nas ruas da Matriz (Rua Vigário João Batista) e Dr. Antonio de Souza Leão
Em 1560 João Paes Barreto instituiu o primeiro Morgado no Brasil e lhe deu o nome de Nossa Senhora da Madre de Deus do Cabo de Santo Agostinho, vinculando o Engenho Madre de Deus, depois chamado de Engenho Velho. A escritura foi redigida em 28 de outubro de 1580.
Segundo afirma Sebastião de Vasconcelos Galvão, autor do Dicionário Iconográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco, o povoamento sede do Município vem de 1618; antes dessa data compunham-se de algumas casas esparsas, distantes uma das outras.
Transcorridos mais de duzentos anos de ter sido a Povoação de Santo Agostinho elevada à predicação de Paróquia é que foi criada a Vila do Cabo de Santo Agostinho, por força do alvará de 27 de julho de 1811 e Provisão Régia de 15 de fevereiro de 1812, enviada ao então governador da Província, o General Caetano Pinto de Miranda Montenegro.
Sua instalação, no entanto, ocorreu em 18 de fevereiro de 1812, pelo ouvidor e corregedor-geral da Comarca de Recife, o Doutor Clemente Ferreira de França. Foi elevada a categoria de cidade a então Vila do Cabo de Santo Agostinho em 09 de julho de 1877, pela lei provincial nº. 1.269, para a denominação de Cidade de Santo Agostinho do Cabo.
O Cabo teve sua economia centrada no desenvolvimento da monocultura da cana-de-açúcar, a partir de 1570, com a doação de sesmarias ao longo do Rio Pirapama. Tendo João Paes ocupado às terras a ele concedida em 1571, ao sul do Rio Araçuagipe (Pirapama), funda o primeiro engenho bangüê que denominou Madre de Deus (hoje, Engenho Velho), o mais antigo centro açucareiro da Região. Mais tarde, com a criação de novos engenhos, o Cabo passa a representar o poderio econômico de Província de Pernambuco, época em que a cana-de-açúcar representava a força de crescimento do país.
Vinda da Família Real para o Brasil
Período Junino (1808-1821)
Medidas tomadas por D. João
D. João adotou várias medidas econômica que favoreceram o desenvolvimento brasileiro. Entre as principais, podemos citar: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas, cancelamento da lei que não permitia a criação de fábricas no Brasil, reformas em portos, criação do Banco do Brasil e instalação da Junta de Comércio.
Do ponto de vista cultural, o Brasil também saiu ganhando com algumas medidas tomadas por D. João. O rei trouxe a Missão Francesa para o Brasil, estimulando o desenvolvimento das artes em nosso país. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc.) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.
Retorno de D. João para Portugal
Os franceses ficaram em Portugal durante poucos meses, pois o exército inglês conseguiu derrotar as tropas de Napoleão. O povo português passou a exigir o retorno do rei que se encontrava no Brasil. Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto, sendo que os revolucionários vitoriosos passaram a exigir o retorno de D. João VI para Portugal e a aprovação de uma Constituição. Pressionado pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente.
Pouco tempo depois, D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil (7 de setembro de 1822).

Príncesa Maria Luziara
ENTRANDO NA HISTORIA DA MESTRA MARIA LUZIARA
Estima-se que, no início da colonização portuguesa, cerca de quatro milhões de ameríndios viviam no atual território brasileiro.
Encontravam-se divididos em diversos grupos étnico-linguísticos: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia).
Para podermos saber a ciência dos Mestres na Jurema Sagrada , Catimbó, temos a obrigação de saber a Historia do Brasil. A Princesa encantada da Juremas Sagrada, que foi encantada na da flor da Jurema Preta.
(Jurema-preta (Mimosa hostilis benth) é uma árvore pertencente à família Fabaceae, da ordem das Fabales típica da caatinga, ocorrendo praticamente em quase todo nordeste brasileiro. Bem adaptada para um clima seco possui folhas pequenas alternas, compostas e bipinadas com vários pares de pinas opostas.Possui espinhos e apresenta bastante resistência às secas com grande capacidade de rebrota durante todo o ano. Usada pelos índios da etnia xucurus-cariris em conjunto com a Jurema Branca (Mimosa verrucosa).
A Princesa encantada da Jurema Sagrada Maria Luziara
E a Mestra Maria Luziara da Conceição era filha do Mestre João Grande, que veio junto com a família real, nasceu na Bahia, em 1808.


FAMILIA REAL

ai a confusão em seus pontos que fala que ela era princesa do Mestre João que era o seu Pai Mestre João Grande, veio para o Brasil junto com a família real muitos gente pra o trabalho e promessa de terras novas pra plantação famílias inteira se mudou para o Brasil como já lemos anteriormente.
A Imigração no Brasil deixou fortes marcas na demografia, cultura e economia do País. em linhas Gerais, considera-se que as pessoas que entratam no Brasil em 1822, ano da independência, foram colonizadores.
A Partir de então, as que entraram na nação independente foram imigrantes.

Dom João VI
Mais porem o Rei Dom João VI se se apaixonou por ela (Maria Luziara) que ainda e uma menina moça, e lhe deu muitas jóias e quando ele voltou para Portugal ela foi obrigada a subir para o Recife e se Prostituir por volta de 1821.
Agora veja bem quando foi mesmo que a família real foi se embora?
(A transferência da corte portuguesa para o Brasil foi o episódio da história de Portugal e da história do Brasil em que a Família Real Portuguesa e a sua Corte (inicialmente 15 mil pessoas) se radicaram no Brasil, entre 1808 e 1820.)

Princesa Maria Luziara
Tem Parte da cantiga de Maria Luziara que fala assim:
… Ganhou um Colar de ouro foi um casado quem lhe deu na passagem do Riacho Luziara perdeu. Perdeu, perdeu a sorte que o macho lhe Deu…
A Mestra tinha um grande mistério com ela que todos os homens que a olhava se apaixonava pela sua educação, beleza e gentileza que teve educação Européia.

Cais do Apolo
Chegando a Recife no Cais do Apolo em sua redondeza era o local de prostituição, e na época mulher separada, ou que não fosse casada era obrigadas a se prostituir daí Maria Luziara mocinha, conhece a

Rua do Apolo em Recife onde maioria de nossos mestres pasaram
 Rua da Guia e se prostitui causando grandes transtornos e brigas nos bordel, pois era muito bela e todos os homens a cobiçava entre ele alguns hoje mestres, Manoel Quebra Pedra, Zé do Bairro da Encruzilhada, ou Zé da Encruzilhada que e a mesma coisas e foi à mulher das Paixões do Nosso Amado Mestre Rei do Catimbó Preto Zé Pelintra.  Que Nasceu na Vila do Cabo de São Agostinho – PE.
Cantiga do Mestre que fala essa passagem…
“Na Rua da Amargura, a onde seu Zé Pelintra Morava (bis)
Ele Chorava por uma mulher,
Chorava por uma Mulher que não lhe amava.”

FAMOSA CATITA
A INVENÇÃO DA LOCOMOTIVA
Não tardou muito para que estas questões relacionadas à invenção da locomotiva e à construção de estradas de ferro fossem conhecidas no Brasil. Pode-se dizer que as primeiras iniciativas nacionais, relativas à construção de ferrovias remontam ao ano de 1828, quando o Governo Imperial autorizou por Carta de Lei a construção e exploração de estradas em geral. O propósito era a interligação das diversas regiões do País.
A segunda ferrovia inaugurada no Brasil foi a Recife – São Francisco, no dia 8 de fevereiro de 1858, quando correu o primeiro tem até a Vila do Cabo, em Pernambuco. Esta ferrovia, apesar de não ter atingido a sua finalidade – o rio São Francisco – ajudou a criar e desenvolver as cidades por onde passava e constituiu o primeiro tronco da futura “Great Western”.
Lírios do Mestre Preto Zé Pelintra
           Falando sobre o Trem…
- Telefone Corre No Fio E O Vapor Corre Na Linha,
Teu Juízo E Muito Fino Meu Pensamento Adivinha.
-Ah Seu Dotou, Seu Dotou, Bravo Senhor, Zé Pelintra Chegou,
Bravo Senhor. (Bis).

Veja os Venderor de Rua usava Terno
 MESTRE PRETO ZÉ PELINTRA.
José Pelintra, ou Preto Zé Pelintra, carinhosamente Padrinho Zé Pelintra, que é o Padrinho de todos os Catimbozeiros, pois foi ele quem introduziu o tambor na jurema e levou para a casa fechada para proteger da policia antigamente os Juremeiros ia para as matas também era conhecido como José de Aguiar, vulgo Preto Zé Pelintra.
            Se a Ferrovia foi inaugurada na Vila do Cabo em 8 de fevereiro de 1858 e o mestre tem em suas cantigas passagem com o trem logo ele viveu por essa época. E certo que ele foi passado com 114 anos em alhandra. PB.
José Phelintra de Aguiar e como a mãe dele era Maria José de Santana muitos o chamavam também de José de Santana, o Gomes que muitas vezes se vê foi acrescentado pelos Guimarães quando seu José foi Juremado no Açaís.
Mais Existe um mestre Esquerdeiro chamado José de Santana, que e parente do mestre também que vem posterior a sua morte.
Lírio do Mestre:
- Miudinho, Miudinho, Peneirado Feito Xerém,
Matei Um Cego E Um Aleijado, E Joguei Na Linha Do Trem.
Ah Seu Dotou, Seu Dotou, Bravo Senhor, Zé Pelintra Chegou
Bravo Senhor. (Bis).
“Mestre do Chapéu de Couro”, não confundir com o Boiadeiro chapéu de couro, O Mestre José de Aguiar quando foi para Paraíba passou a usar chapéu de couro, mais quando ia passear na Rua da Guia, no cais do Porto de Santa Rita,do Apolo e nas Ruas do Beco malicia onde a malandragem e os boêmios ficava se vestia de terno branco, que a palavra Pelintra nasceu dele mesmo pelo seu sobre nome de Filintra que veio de seu Pai que José Filintra de Aguiar, daí Pelintra de vestido ridiculamente, ou pobre se passando por rico, malandragem de mestiço era um termo pejorativo.
Conta-se à história que o sobrenome Aguiar é paterno e até nas incorporações o chamam de José Pilintra de Aguiar.
Sendo o primeiro e o único filho José Filintra de Aguiar, com uma Bugra mestiça com negro, que após o seu nascimento na vila do cabo em Pernambuco, foi para o Cabaré Hollywood que lá teve mais irmãos de outros pais que são Antônio, Francisco e Maria e por causa do irmão que ganhou também o apelido Pelintra. Honra o sobrenome das avós.
A família Aguiar em Pernambuco
João José Ferreira de Aguiar, 1° e único barão de Catuama, mais conhecido como Conselheiro Aguiar (Goiana, 10 de janeiro de 1810 — Recife, 18 de novembro de 1888) foi um magistrado, político, jornalista e professor brasileiro.
Filho de Antônio Ferreira Aguiar e Úrsula das Virgens de Aguiar, foi um dos primeiros matriculados na Faculdade de Direito de Olinda, formando-se em 1832. No ano seguinte foi nomeado juiz de Fortaleza, sendo depois transferido para o Piauí. Em janeiro de 1835 é nomeado para a segunda vara criminal do Recife.
Foi presidente das províncias do Rio Grande do Norte, de 1 de maio de 1836 a 26 de agosto de 1837, e do Ceará, de 24 de novembro de 1877 a 22 de fevereiro de 1878. Foi deputado provincial em Pernambuco várias vezes, e deputado geral pelo mesmo estado por 5 mandatos (5º,8ª,10ª e 16ª legislaturas).
Foi professor de Direito criminal de 1854 até aposentar-se. Como jornalista colaborou com diversos jornais do Recife: Diário de Pernambuco, Quotidiana Fidedigna, O Lidador, A União, O Clamor Público: Ordem e Liberdade, entre outros.
É recipiente da comenda da Imperial Ordem da Rosa e Imperial Ordem de Cristo. Seu nome batiza uma das principais avenidas da cidade de Recife, a avenida Conselheiro Aguiar.
AVENIDA CONSELHEIRO AGUIAR (Recife PE)
João José Ferreira de Aguiar; o Barão de Catuama foi escolhido pela  municipalidade para homenagear essa importante artéria urbana. Diferentemente da Av. Boa Viagem e  da Rua dos Navegantes, essa artéria, que inicia ainda  no Bairro do Pina e vai até a Praça da Igrejinha.
O Conselheiro Aguiar nasceu em Goiana em 1810 e faleceu no Recife em 1888. Era abolicionista, magistrado e Professor da Faculdade de Direito do Recife.
Antônio Felipe Camarão
 É muito grande e dizem que Antônio Felipe Camarão, “o índio Poty”, simples guerreiro da tribo dos Arataque, conseguiu negociar com as tribos dos Tabajaras e Pirajibes, por ser distinguido por suas bravuras e que lhe valeu diversas recompensas do Rei Dom João VI, de Portugal, a favor da Cidade da Jurema e dos Mestres.
Filho de Jatobá, irmão de Jacaúna, chefe da tribo que o acobertou na linha do Catimbó, muitos mestres hoje conhecidos sob a orientação do Mestre Zé Pilintra, encontrou um canal aberto no astral superior e depois de passado certo tempo no limbo para resgatar o mal que viveu na terra, se tornaria doador para prestar caridade. Aí está, com certeza, a linha da malandragem ou da pilantragem, já que Pilintra é uma corruptela de pilantra.
Mestre José Ferreira, ou Mestre Tangerino Zé Ferreiro,era um agregado da família Oliveira de Inácio de Oliveira irmão de Maria de Oliveira a Maria Índia ou Maria do Acaio a primeira Maria do Acaio a qual ganhou de Dom Pedro II as Terras as terras do Acaio, é foi que todos os chamavam de Zé Pilintra, sempre diz – não sou Zé Pilintra, nunca fui malandro, sou Ferreiro e Sou Trabalhador, apesar de alegre e gostar de dançar e brincar.
Família Oliveira de mestre Inácio de Oliveira que era índios Tabajaras na Fazenda Stival.
No Cangaço tem um que se chama Mestre José Ferreira ou Zé Ferreira que entrou para o cangaço, ainda menino, pensando em vingar o pai que foi morto por briga de terras, mais o cangaceiro Zé Ferreira, não e o mesmo Tangerino Zé Ferreira ou Tangerino Zé Ferreiro (tinha 2 profissão de tanger o gado pelo Sertão, e levava em um Jumento “Jegue” , os instrumento de trabalho para fazer ferraduras, facão e outros ofícios de um ferreiro nômade, clamo e tranqüilo, pois o Boi já era teimoso, e sempre volta pois era casado com a cigana Elisa, na Jurema e uma Princesa Encantada do Fundo do Mar, Zé Ferreiro tinha como companheiro o João Tangerino, que morreu e se encantou anos passado o mestre Inácio consagrou o Zé Ferreiro para o Mestre João Tangerino.
Como e de conhecimento de todos, os Pajés em suas aldeias, quando um grande guerreiro morria, eles pega um tronco de uma arvore sagrada e invocava aquele guerreiro e o consagrava em uns de seus amigos ou índios.
Voltando ao Mestre Preto Zé Pelintra, que não e o mesmo Mestre Tangerino Zé Ferreiro, que era muito parecidos, igualmente com o Mestre Zé Baiano, Mestre Zé da Encruzilhada era uma época que tinha muitos mestiços e Burgos igualmente ao Mestre José de Aguiar, fisicamente.
Mestre Preto José Pelintra,
“Lírio”
- E Preto José Pelintra, Nego Do Fel Derramado. (Bis).
Na Direita Ele E Maneiro. Na Esquerda Ele É Pesado. (Bis).
Quem Mexer Com Que E Dele, Ou Está Doido Ou Esta Danado. (Bis).
Ah Seu Dotou, Seu Dotou, Bravo Senhor, Zé Pelintra Chegou,
Bravo Senhor. (Bis).
Esse mestre em vida ou seja o José de Aguiar não era bem visto pelos irmão Juremeiros, que ele era barulhento e gostava de jogo, farra musica, bumba meu boi e todo tipo de festejo popular lá esta ele na frente, e os catimbó era feito abaixado no meio do mato mais ele queria que os tambores fosse tocados como ele foi consagrado na aldeia para o seu caboclo, por isso que usa uma pena de pássaro em seu chapéu.
Lírio
Mestre Zé Pelintra (Louvando O Seu Caboclo)
Para Quem Ele Foi Consagrado em vida Para Um Caboclo Pinavaruçu foi um Pajé hoje é um Príncipe na Jurema.
Eu Trago A Pena Do Meu Caboclo No Chapéu,
Nego Zé Pelintra Vai Dominar Seu Coração.
O Meu Mestre Me Diga Um Segredo Seu?
Porque Lá Na Jurema Quem Duvidou Morreu…
 O Mestre Preto Zé Pelintra e o padrinho do catimbó, pois foi ele quem levou o tambor para a jurema que era tocado somente os maracá abaixado na mata se a policia soubesse matava ali mesmo e não deixava ser enterrado em cemitério publico os mestre enterrava no pé da jurema preta e daí nasceu à mata encantada da jurema na Paraíba.
Seu Zé Pelintra se dizia e ainda diz, que é doutor, por ser um grande conhecedor de ervas, ensina em suas mesinhas, como usar e para que sirva, todo bem que a erva do Juremar faz, Zé Pelintra realmente é doutor, mas conta se que ele se apaixonou pela uma ruiva muito linda chamada Maria Luziara, e disse que alguns homens esta na Rua da Guia e brigou por causa da bela mulher que era prostituta, e na cadeia o ladino José de Aguiar, vestiu o seu terno branco e se apresentou como advogado de Maria Luziara, e após a sua soltura ela sumiu da cidade e se mudou para uma fazenda na serra da Borborema com que tinha ganhado na vida da Rua da Guia e foi criar gado. A policia ao descobrir que o tal advogado era um malandro que o enganara sai pelas ruas de Recife a sua procura daí que o jovem se mudou para a fazenda Stival na Paraíba e La foi a sua consagração na jurema sagrada, por contrariedade de seus irmãos que era muito farrista.
Não se sabe exatamente a data do nascimento de Zé Pelintra. A história conta que ele viveu nos séculos XVIII e XIX. Na época da chegada na família real ela era um rapaz.
Seu corpo foi sepultado no antigo e extinto cemitério de Afogados do Ingazeiro, a duzentos quilômetros de Recife-Pe.
Vivendo apenas 114 anos, Zé Pelintra se vestia com aprumo e não dispensava o chapéu de Panamá nas cidades mais no Sertão no meio dos cangaceiros e onde tinha uma festa La estava ele com o seu Chapéu de couro e seu gibão e um lenço encarnado se Intitulava o rei dos valentões. e nas andança pelo sertão usava um chapéu de couro, e nem a cachaça de cabeça de cana – marafo: onde houvesse um arrasta-pé, lá estava ele sem ser convidado, sempre valsando ou frevando.
Lírios
Pendurado Na Boca Seu Charutão,
Chapéu De Couro Bengala Na Mão. (Bis)
Quem Nunca Viu, Venha Ver Esse Bom Mestre,
Seu Zé Pelintra Mandingueiro Do Sertão. (Bis).
Tem muitos estrangeiros na linha da Jurema, vindo da Europa antiga e o Catimbó teve grande influência.(Pernambuco foi invadido pelo Holandeses) Os encantados Juremeiros são filhos de italianos, holandeses, turcos, franceses, espanhóis e portugueses, etc. Exemplo: Dom Sebastião, O Rei da Turquia pai de Mariana, uma cabocla mestra do Amazonas, maravilhosa e curandeiro, Mestre João, português, e pai de Maria Luziara, uma mestra casamenteira, que só trabalha para o bem e assim vai.
O catimbó de Zé Pelintra é como as solenidades dos terreiros: dramático, por ter muita gente precisando de ajuda; interessante, por ser algo alegre e diferente; comovente, por sentirmos na pele a força dos guias; é real, por que prova a gigantesca força dos senhores mestres é contagiante, pela satisfação dos presentes.
A Jurema é misteriosa, desde a sua folha para fazer um descarrego até a sua casca, para fazer grandes remédios, para purificar o sangue e curar muitas doenças do mundo.
Senhor Zé Pelintra é, sem dúvida alguma, um grande mestre e está para o consulente como um sopro de vida. Aproveitemos a oportunidade de termos uma grande entidade para recorrermos.

OS SOBRADOS ONDE ERA AS CASA DE FUNÇÃO
ZÉ PILINTRA NO MUNDO DO CATIMBÓ
Como e de conhecimento de todos, o Mestre José de Aguiar, o tal Preto Zé Pelintra conhecido por todos na época, um brincalhão, boêmio, farrista e não era bem visto pelas pessoas de sua religião, os seus irmãos de Juremeiros que fazia os seus encontros no meio do mato escondido da policia, para não serem mortos já o José de Aguiar queria era bater o tambor beber e brincar com os caboclos nos tores. Quando ele passou com 114 anos um grande estrondo se deu em Tambabá era o mestre sendo recolhido na cidade da jurema. Logo após uns anos o mestre começou a pegar cabeça
JOSÉ GOMES DA SILVA
Em vida o José Gomes da Silva acostou se com um Mestre que ate então era comum só se acostava com caboclos, boiadeiros e Tangerinos, e o Encantado que manifestou se apresentou e pediu a ser consagrado dando o nome de Preto José Pelintra, daí o Juremeiro uma vez consagrado ao mestre dentro da Jurema Sagrada, adotou:
  • Os Tambores do Tores dos Caboclos nas Giras sem quantidades depende ao número de guardião que bate no dia da gira pode ser quantos quiserem.
  • Triângulo, Afoxés, Pandeiros, os instrumentos utilizados nos forros e folclore nordestinhos.
Mestre José Francisco
O Mestre José Francisco é originário do interior do Rio Grande do Norte e foi para Patos PB e era discípulo consagrado para José Pelintra.
Amigo em vida do sobrinho de José de Aguiar Santos dos Anjos, que teve o nome em homenagem ao avo e ao Tio, consagrado na Jurema como Mestre dos Anjos, nasceu em Pernambuco e se mudou para Bahia conhecido como Zé Pelintra da Bahia. Todos os discípulos consagrado ao mestre ou seja ate hoje os discípulos do mestre Zé Pelintra se veste e passa a ter uma vida igual a que o mestre teve Boêmio e ou festeiro.
Lírios do Mestre José Francisco
“Eu rodei meu bom espaço numa hora do meio Dia,
Eu Roguei todas as Correntes com o Rosário de Maria,
Sendo eu José Francisco por apelido Pelintra,
Ainda meio aperreado de uma vez eu mato 30,
Minha mãe pegou Zé sacudiu dentro do rio com a pedra no pescoço para deixa de ser vadio,
Minha mãe pegou Pelintra sacudiu dentro do poço com a pedra no pescoço pra deixa de ser teimoso.”
Neste Lírio vemos que o mestre fala que ele se chama José Francisco mais tinha ganhado o apelido José Pelintra. Que o mestre Preto Zé Pelintra, ele pousava na cabeça de seus discípulos, os seus médium, e passava muito tempo acostados, e os levava para os lugares em que ele gostava de freqüentar, e fazia danuras e muito catimbó e curandeiro e a sua fama foi se alastrando e pegando outras cabeças pelo Brasil,
Seu sobrinho José Aguiar Santos dos Anjos foi consagrado para também para o mestre Preto Zé Pelintra, este então que foi um grande problema que ele alem se chamar José de Aguiar como o tio teve o apelido de Pelintra mais quando ele morreu e se encantou abaixa nos terreiros como o Mestre Zé dos Anjos, o Zé Pelintra da Bahia da rua do Pelourinho, onde tem um terno por La.
José Gomes, José Franco, José de Santana, José da Proa, José, Francisco, Zé da Encruzilhada, entre muitos outros. Esses Juremeiros em vida foram consagrados para o mestre Preto Zé Pelintra, e o Mestre passaram ter muito nome e influência em suas vidas ate mesmo os discípulos passou a ter atitudes semelhastes a do mestre e ganhou o apelido de Zé Pelintra e muitos mesmo tinham o nome de José, e quando esses mestres foram passados para a Jurema eles vêm com os seus nomes mais muitos falam que e o mestre José Pelintra sendo que esse mestre José de Aguiar não abaixa mais. Vêm os Juremeiro que foi consagrado para ele.
Já no Rio de Janeiro era médium de Umbanda que recebia o mestre Preto José Pelintra, o José de Aguiar, após a morte deles vem nos terreiros de umbanda como malandros.
Porque que os umbandistas que recebia o mesmo mestre Preto Zé Pelintra não baixa como Mestre de Jurema e sim como Exu malandro, tendo somente um que e o Zé Pelintra da Lapa esse foi batizado na barriga de sua mãe quando saiu Grávida dele de Pernambuco e quando foi passado se se encantou e a figura do Malandro Carioca com a camisa listra de preto e vermelho que são as cores de seu padrinho Preto Zé Pelintra, e por isso que o Rio de Janeiro tem o encantamento da Malandragem e a fama de serem festeiros e alegres, por causa destes encantados, mais porem ele em vida não foi consagrado no pé da jurema preta, não foi consagrado a mestre nenhum e no ato de sua morte não foi encantado para ser um mestre de Jurema mais sim um encantado de sua terra o qual vem na linda de Exu (Lembramos todos que a Jurema Sagrada, Catimbó não temos Exu e Pomba Gira), O Exu Malandro ou Zé Pelintra da Lapa que são os mesmo, e quem comanda a linha dos malandros que todos são exu e não são mestres. (Não passou pelos atos da jurema mesmo porque no Rio de Janeiro não existia na época pé de Jurema as que tem hoje foi Juremeiros a levou e plantou nas suas casas e barracão.
Muitas casas no Rio de Janeiro trabalham com seu Zé Pelintra sendo esse o exu malandro e não mestre daí tem o José Pelintra do morro, da lapa etc. Esse mesmo Mestre vem trazendo a linha da malandragem.
O Mestre José de Aguiar gostava do frevo e do maracatu. Da Boemia da rua da Guia em Recife, Muitas vezes confundido com malandro, por ter vivido muitos anos na beira do cais, no Pátio do Terço, no Recife, onde existe a maior escola de encantaria do Brasil, fazendo com que chegasse ao Rio de Janeiro com um sentido de incorporação muitas vezes diferente. É bonito, contagiante, é alegre e sua ginga é realmente respeitada.
Finalizando os encantados quanto mais faz pela a humanidade mais luz vai ganhando, este homem José de Aguiar viveu no século XVIII a ao inicio do século XIX na época do final do império no Brasil, é um mestre que já foi consagrado a muitas cabeças muitas correntes, ele já passou na mesa da jurema varias vezes e hoje o mestre e consagrado como dono de corrente somente para médiuns que são guardião da jurema justamente que eles não tem incorporação, mais como já foi dito ele vem acompanhando os médiuns que consagrou para ele e já passou e foi encantados, tais como o José Gomes da Silva que e o médium mais antigo, e o qual muitos fala que e o verdadeiro Preto Zé Pelintra, exatamente isso que faz o mestre ser um encantado e o nosso padrinho da jurema o qual criou se a gira e a dança dos mestres.
Eu Juremeiro Neto na graça de Deus fui consagrado para o Príncipe Rio Verde nas mãos do meu Padrinho de Jurema Mestre Lucas, o qual foi consagrado há mestre com 6 anos de idade para o Mestre José de Aguiar e o Mestre José de Aguiar Santos dos Anjos, Mestre Zé dos Anjos, o Zé Pelintra da Bahia.
Portanto:
Meus Padrinhos espirituais são:
Caboclo Príncipe Tupã dos remanescentes da Aldeia dos Tupinambás quem consagrou a Madrinha Nazira.
Mestre Preto Zé Pelintra e Mestre dos Anjos – consagrado ao Mestre Lucas que e meu Padrinho de Jurema.
Minhas Correntes:
Consagrado ao Príncipe Rio Verde, (Na Graça de Deus),
Tangerino Zé Ferreiro,
Mestre Zé Molambo, e Mestre José Galo Preto
A Jurema de minha rama e a Jurema de Tupã, onde não foi traçada, que e o primeiro Reinado que e chamada a Jurema de Rei Tanaruê ou Tupã.
As demais jurema são 12 reinos. Cada qual com seus segredos e suas ciência.
“ Quem pode mais Deus no Céu e mais ninguém! ” se Deus e por nós ninguém será contra nós.”
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1 comentários em "Mestre Preto Zé Pelintra"

  1. Maravilosa materia!
    Rico em informaçao!!!!!!parabens.

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